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Mostrando postagens de 2017

Intervenção I - Caderno Técnico

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Como última atividade de curso foi pedido para que cada aluno criasse uma intervenção em seu espaço de estudo, que além de melhorar seus pontos positivos ou reduzir os negativos também dialogasse com o próprio local. No caso, o local de estudo foi a  Praça Doutor Prado - Diamantina .  Para melhor entendimento da intervenção devia confeccionar-se um caderno técnico e um vídeo de imersão ( prox. postagem ).  A intervenção pensada por mim, de nome MOBILE , corresponde a implementação de módulos de madeiras sobre partes da arquibancada da praça. Estes módulos percorreriam uma canaleta de metal, permitindo sua mobilidade e rearranjo por parte dos usuários do local, conforme desejarem. Além disto, cada módulo possui interfaces USB e saídas de som, para que seja possível o usuário conectar seu celular  e o módulo reproduzir a música escolhida no aparelho. Também existe interfaces para a conexão entre os módulos, e ao ser feito isso ambos os módulos passariam a reproduzir...

Intervenção II - Vídeo de Imersão

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 Como dito na postagem anterior, foi realizado um vídeo de imersão no local de estudo para melhor entendimento da intervenção idealizada: Obs: Assistir o vídeo com áudio Storyboard do vídeo

Objeto Paramétrico II - Stop Motion

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 Após a prancha do objeto ser cortada e este ser montado, foi pedido aos alunos que fizessem um vídeo, no estilo Stop Motion. Neste vídeo deveria ser representado a funcionalidade "utópica" do objeto criado. Obs: O nome do objeto foi alterado de IT para Diabo

Objeto Paramétrico I - Prancha para Corte

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 Foi proposto, para que em grupo, fosse realizado um objeto paramétrico e interativo que respondesse aos problemas analisados na Praça Doutor Prado - Diamantina . Esse objeto seria cortado em uma máquina a laser, para melhor precisão de sua estrutura, e para que os alunos entrassem em contato com esta tecnologia. Portanto, foi desenvolvido uma prancha para corte (img. 2) na qual a máquina a laser percorreria os traçados feitos.  O objeto idealizado pelo grupo (inicialmente com o nome de IT) possui 4 hastes verticais com placas horizontais que se sobrepõe, criando assim um efeito pantográfico , permitindo sua maleabilidade. Além disso, uma das hastes verticais poderia ser retirada, fazer com que a estrutura do objeto fosse aberta. Como outro ponto de interação, o objeto possui sensores de luz (revertidos em sensores de sombra), que ao detectar a sombra produzida por uma pessoa ativaria um motor, fazendo-o andar. Prancha para corte do objeto Circuito elétrico desen...

Visita ao Inhotim

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 No dia 26/10 foi realizada uma visita ao Instituto  Inhotim , na cidade de Brumadinho. Nesta ocasião cada grupo deveria escolher uma galera/instalação que sua arquitetura fosse construída para abrigar a determinada obra exposta nesta e em seguida realizar croquis, sendo um interno e outro externo.  A instalação (por conseguinte, galeria) escolhida foi a " De Lama Lâmina " por Matthew Barney. Croqui interno Croqui externo

Seminário de Design de Integração

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A partir do Seminário  de Design de Interação, foi pedido aos grupos (formados em Diamantina) que levassem em aula 2 trabalhos que achassem muito relevantes. Os trabalhos selecionados foram: Zimoun Liquid Shard - Patrick Shearn Por fim, cada grupo deveria criar uma pergunta para debate em sala. A pergunta elaborada foi:  "Como alcançar a virtualidade sem atingir os extremos (Digital, caixas branca e preta, interação guiada)?

Diamantina III - Performance

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  Para o reconhecimento espacial (através do corpo) dos locais escolhidos pelos grupos, foi proposto como atividade final, a realização de performances.   O grupo pensou em repassar ao público, pela performance, a espacialidade do local e suas características básicas. Utilizando-se de movimentos quase robóticos e ortogonais e de palmas, foi atingido o objetivo de deixar claro a frieza do local, suas barreiras físicas, delimitações do ambiente e sua acústica.

Diamantina II - Praça

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  Durante a visita à cidade de Diamantina - MG, foi proposto que toda a sala se dividisse em grupos (mais sobre: aqui ) e visitasse pontos pela a cidade que chamassem atenção e que tivessem um potencial ainda não explorado. Após muito explorar, o grupo escolheu a  Praça Doutor Prado .   A praça foi escolhida devido ao seu grande potencial, uma vez tendo um tamanho considerável e boa localização (zona residencial). Contudo se trata de um ambiente frio, e portanto, esquecido pela maioria dos moradores.   Foram feitos croquis da praça, entrevistas com os moradores e frequentadores, fotos e medições planialtimétricas do local. Este último para que pudesse ser feito um molde 3D do espaço no SketchUp.   Além disso, foi desenvolvido uma rede de implicações, na qual através de sensações geradas pelo local, pensava-se nos causadores e consequências de cada sensação. Croqui detalhado de vista parcial  Pequeno vídeo com o molde 3D Grupo: Carlos Victo...

Diamantina I - Argila Invisível

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  Durante os dias 21 a 25/09 foi feita uma viagem para a cidade de Diamantina - MG. Para a realização de todas as atividades da viagem, foram formados grupos através da dinâmica chamada Argila Invisível. Essa dinâmica consiste na formação de uma roda e em cada participante manipular e modificar uma argila invisível e entregar à pessoa ao lado, para que esta reconhecesse as modificações já feitas e fizesse outras.   Após o fim da atividade, cada um deveria apenas com o olhar  montar trios com pessoas que tivessem achado interessante a manipulação da argila. E em seguida juntar 2 trios, para grupos de 6 pessoas. O grupo formado foi: - Carlos Victor de Brito Silva ; - Gabriel Spagnol Vizibelli Chaves; - Giovanna de Paula Lopes ; - Isabela Catarina Oliveira ; - Maria Elena Mattone Vasconcelos ; - Tereza Gouveia Vasconcelos de Souza ;   Em seguida, também só com o olhar, cada grupo deveria criar, no molde da argila invisível, uma estrutura interativa e apresent...

Programática de Flusser x Casa do Oswald de Andrade

  Ao comparar os croquis de Oscar Niemeyer percebe-se grande diferença, quanto programatismo, da primeira versão para a segunda , havendo perdas e ganhos em casa representação. A parede única (da 1ª versão) torna a casa programática, pois o resto dos ambientes podem ser dispostos da maneira que o morador quiser. Não existindo barreiras físicas, permite uma grande liberdade para o individuo projetar seu estilo de vida no ambiente em que mora. Contudo, na 2ª versão, a intenção de manter os traços e projeto externo da casa (um ato finalístico), fez com que internamente esta perdesse seus ideais originais, pois criando-se novas paredes os espaços foram determinados, para tudo ser encaixado como um puzzle .   Já as áreas externas, incluindo o círculo de entrada, continuam com sua programaticidade, uma vez que Niemeyer não as modificam e as deixam com uma liberdade de uso. Até mesmo gerando um "conflito" entre público e privado (como expressado n...

Vídeo da Casa de Oswald (2ª Versão)

  Após maior conhecimento do programa SketchUp, foi feita uma 2ª versão da casa de Oswald de Andrade, com maior detalhamento. Em seguida os alunos foram apresentados à ferramenta de animação do programa, e desta forma foi feito esse pequeno vídeo mostrando, pela visão do observador, o projeto 3D da casa.

Colagem da 1ª versão da Casa de Oswald

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Utilizando como base os croquis feitos por Niemeyer e nossos próprios, fomos desafiados a projetar a casa no programa SketchUp e em seguida fazer uma colagem com uma imagem do projeto 3D e uma do croqui. Colagem da 1ª versão da casa no SketchUp + Croqui

Croquis casa do Oswald de Andrade

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  A casa de campo (nunca construída) para o escritor Oswald de Andrade foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com presença de 3 principais espaços: A garagem, o pórtico e a casa. Por nunca ter sido construída e existir apenas seus croquis, não há medidas internas exatas, apenas o seu perímetro total (19,30 x 7,30m) e da casa (8,30 x 7,30m).   Foi proposto aos alunos que imaginassem como seria a casa se de fato fosse construída, e que desenhassem croquis (2 internos e 2 externos) com a perspectiva de observador. 1º Croqui externo 2º Croqui externo 1º Croqui interno 2º Croqui interno

1º Objeto Interativo e Programático

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  Foi proposto aos alunos a criação de um objeto interativo e programático, ou seja (em em resumo mais chucro), um objeto no qual cada pessoa que o utilizasse produziria um resultado final diferente. Sendo que cada objeto tivesse uma relação inicial (ponto de partida) com os objetos levados em sala de aula por cada um, e com os objetos conectados a este, em uma rede.   Meu objeto foi produzido a partir de 12 bolas de isopor de +- 5cm de diâmetro, cortados por um fio de barbante de 2,5m, e envoltos por algodão. Cada bolinha também tem dois pedaços de velcro, para possíveis conexões. Todos os materiais usados foram pensados com o objetivo de tornar o objeto homogêneo e de aparência mais suave e "fofa". O velcro, branco, também foi posicionado para se misturar ao conjunto. Inicialmente o objeto é um cordão Sinta-se livre para realizar as conexões que desejar Um uso mais fashion   Conforme o cordão é sustentado... ...surgem novas estruturas ...

Visita ao Museu de Arte da Pampulha

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   No dia 31/08 ocorreu a visita ao Museu de Arte da Pampulha (antigo cassino) em BH. Obra projetada por Oscar Niemeyer, com claras influências de Le Corbusier, e jardins feitos por Burle Marx. Durante a visita foi feita a proposta de desenhar croquis da fachada do prédio e da escultura "O Abraço" (Ceschiatti) em intervalos de tempo cada vez menores, com o objetivo de abstrair as formas e os traços no papel. Foi introduzida, pela primeira vez, aos alunos uma técnica mais solta de desenho, no qual deveriam segurar no topo do lápis para a execução: Croqui de 5 minutos Croqui de 1 minuto Croqui de 10 segundos     Já a escultura "O Abraço"  foi desenhada nos intervalos de: 1 minutos, 30 segundos e 20 segundos, sendo que no de 30 segundos foi feito outro desenho, sobreposto, a partir de outro ponto de vista: Croquis no estilo mão livre de "O Abraço"  (Ceschiatti)    Também foi pedido aos alunos que desenhassem alguma parte d...

Crítica ao croqui - EAD

 Escolhi escrever críticas aos croquis da Carla Deltreggia:     O que me chamou atenção aos croquis é a clara noção de perspectiva, muito bem retratada com os pontos de fuga precisos e traços retos. Percebe-se que a Carla correspondeu ao objetivo da atividade testando diversas maneiras de desenho, tendo em alguns muitos detalhes e em outros uma disposição mais clean, contudo sem deixar de representar o essencial no quesito arquitetônico. A posição do observador também é coerente com a realidade, ou seja, o desenho é retratado conforme a posição e altura dos olhos.     Em contrapartida, o primeiro croqui (área externa com 2 pontos de fuga) gerou um estranhamento, pois o espaço mais à esquerda do desenho, na realidade, não existe. Imagino que este, talvez, seja uma possível tática da autora em preencher o espaço da folha, uma vez que ali deveria estar uma parede e um teto (área do tênis de mesa).    

Croquis - EAD

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Na aula do dia 21/08 fomos desafiados a desenhar 4 croquis de espaços da Escola de Arquitetura, sendo: - 2 croquis com 1 ponto de fuga frontal (área externa e interna) - 2 croquis com uma perspectiva orientada pela aresta principal do volume, com dois pontos de fuga (área externa e interna) Pátio/Gramado - 2 pontos de fuga Vista frontal da pracinha - 1 ponto de fuga Corredor do 1º andar - 1 ponto de fuga    Corredor 1º andar - 2 pontos de fuga

0 e 1 - Laurie Anderson

  A metáfora/teoria do 0 e 1, criada em torno do código binário, representa a polarização de ideias e ações em nossa sociedade, sendo o 0 representante do vazio/desligado e o 1 do completo/ligado. Em outras palavras, o famoso "8 ou 80" no qual existem apenas duas possibilidades: masculino x feminino, in x out , esquerda x direita. No entanto, Laurie Anderson nos apresenta uma nova visão, a ideia de que entre o 0 e o 1 existe uma infinidade de outros números, cada qual representando uma nova possibilidade. Podemos associar essa ideia de polarização à forma do "construir arquitetônico" , no qual apresenta duas vertentes: construções que atendem de forma completa as necessidades dos seus usufruintes, porém ignoram o espaço urbano ao redor; e o reverso, construções que se adequam ao espaço, porém negligenciam as necessidades individuais de seus usuários. Segundo o pensamento de L. Anderson, tanto temos a capacidade - quanto devemos - acabar com esses opostos, e unir ...

Roupa x Arquitetura: Existe uma separação?

  Em sala foi discutido a diferença entra a roupa/moda e a arquitetura. Muito se foi proposto, porém quanto mais se caracterizavam os dois conceitos mais  próximos eles se tornavam. É certo que ambos os conceitos se baseiam no equilíbrio entre a arte e a técnica, expressando um contexto cultural e social da época. Contudo, enquanto a roupa/moda transmite sensações no sentido do indivíduo para o ambiente modelando-o (Ex: Traje social garante um ambiente de formalidade), na arquitetura ocorre o processo contrário, ou seja, o ambiente transmite sensações para o indivíduo (Ex: Filas garantem a ideia de ordenação nos indivíduos).

Animação cultural - Vilém Flusser

  No texto "Animação cultural" de Vilém Flusser, há duas ideias que, além de se interligarem, me chamam a atenção. A primeira é a dependência humana de suas criações e a segunda é o fato dos objetos retratarem o homem como inferior a eles. O homem por não sentir-se pertencente ao meio natural, se considera em uma posição superior aos outros seres. Porém quando o homem cria objetos artificiais, este (seguindo sua lógica) afirma ser inferior aos objetos criados, uma vez que o homem é um animal natural. Essa inferioridade pode ser comprovada, mesmo que superficialmente, quando o homem repassa aos objetos determinadas funções e passa a não mais desempenha-las. Logo, como explicitado por Carlos Victor "os humanos necessitam vorazmente de suas criações, a vida encontra-se automatizada, centrada nas facilidades proporcionadas por tais objetos", o homem se torna submisso às suas criações. Carla Deltreggia também acrescenta: "Uma criação humana, que deveria funcionar so...

Afinal, para que serve este blog?

AIA – ATELIÊ INTEGRADO DE ARQUITETURA Fundamentação para o projeto de arquitetura e urbanismo I O objetivo geral do Atelier Integrado de Arquitetura (AIA) é permitir aos alunos recém-ingressos no Curso de Arquitetura uma abordagem inicial e panorâmica das questões fundamentais inerentes à prática da arquitetura e urbanismo. Juntamente a uma instrumentação básica nas áreas de representação gráfica, objetiva-se também enfatizar os processos criativos no uso dos instrumentos. Busca-se o desenvolvimento de postura crítica tanto para percepção quanto para proposição de espaços, além de desenvolvimento de linguagem própria de representação para lidar com projetos. Texto retirado de: http://aia20172.blogspot.com.br/